Mercado de Petróleo fechou em alta ontem reduzindo bem o acumulado, ficando o negativo semanal em BAIXA de -1,3% na Europa (BRENT) e de -0,7% nos E.U.A. (WTI), o Dólar fechou acumulado em ALTA de +1,5% e o Etanol Hidratado em Paulínia fechou ESTÁVEL +0,4%.
- A alta do Petróleo da terça-feira se deu a 02 fatores: A chegada do furacão Zeta, o 11º furação no Golfo do México nessa temporada fechando 16% das plataformas, e as restrições de mobilidade na Europa pela segunda onda do COVID-19.
- Nas Filipinas está em teste um ônibus-trem HÍBRIDO movido a diesel e energia com 260 baterias.
- Os analistas mais otimistas preveem que a partir de 2025 os veículos elétricos terão preços competitivos e próximos aos veículos a combustão com diferença de valor entre eles de apenas US$1,900. Será?
- Confaz publicou o PMPF com os novos valores de Pauta fiscal a valer em 01/11/2020.
Nélio Wanderley
Texto de Daniel Hynes para Commodities Wrap
Os preços do petróleo bruto aumentaram com o ressurgimento dos problemas do lado da oferta. A tempestade tropical Zeta está se aproximando do Golfo do México nos Estados Unidos, forçando os produtores a fecharem a produção. Já 16% da produção do Golfo dos EUA está offline. A tempestade deve recuperar a força do furacão enquanto se dirige para a Louisiana no final desta semana. O sentimento também foi apoiado por um dólar mais fraco. No entanto, os ganhos foram suaves, com o mercado ainda preocupado com o aumento da oferta na Líbia e restrições mais rígidas na Europa impactando a demanda. Há um mal-estar crescente na Europa, com o mercado se tornando cada vez mais preocupado com a possibilidade de os governos terem de implementar restrições muito rigorosas. Já países como França e Espanha estão considerando um retorno ao full nacional. A Itália registrou um número recorde de novos casos, enquanto as mortes na França foram as mais altas desde abril. Isso já está resultando em queda na mobilidade, com a consequente queda na demanda por petróleo. Nem todos estão pessimistas, com a BP esperando que a recuperação da demanda de petróleo continue, liderada pela Ásia; com estoques caindo ao longo de 2021.
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